segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Onde Quero Estar




«Os justos louvarão o teu nome; os retos habitarão na tua presença.»
Salmo 140:13

«Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo?  
Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente
Salmo 24:3-4

«Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias
Salmo 23:6 


 Adão e Eva esconderam-se da presença de Deus entre as árvores do jardim (Génesis 3:8). A pergunta de Deus convidou à reflexão – “Onde estás?” – ecoando dolorosamente no coração do primeiro homem. Consequência do pecado, a presença do Senhor deixou de ser natural e agradável e passou a inspirar sentimentos como vergonha e medo.

Se bem que toda a existência da humanidade é marcada pela nossa distância de Deus, é-o, em maior medida, pela iniciativa de Deus em se revelar a nós. A criatividade de Deus surpreende-nos. Ele manifestou-se a várias pessoas, em vários contextos, de várias formas. Fosse através da sarça ardente a Moisés (Êxodo 3:4), em forma corpórea aos jovens na fornalha (Daniel 3:25), na subtileza de uma brisa a Elias (1 Reis 19:12), ou pela indizível glória da sua presença no templo (2 Crónicas 7:2), Deus nunca deixou de nos falar.
A própria criação é uma forma de comunicação universal de Deus, revelando-nos a sua natureza e os seus atributos (Romanos 1:20).
Porém, o momento crucial da revelação de Deus ao homem estava reservado para Jesus, o próprio Deus encarnado. Cristo é a presença de Deus entre nós, é Emanuel, é Deus connosco.
O apóstolo João recorda-nos que jamais poderíamos ver Deus como ele é, mas Cristo, Deus unigénito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer (João 1:18).
Mediante a nossa fé em Cristo, somos selados com o Espírito Santo (Efésios 1:13) – que é Deus em nós, garantindo a sua presença connosco eternamente. 

Por Luísa Roxo Couto

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Praia da Vitória, Azores, Portugal
Para a glória de Deus e edificação mútua.