domingo, 16 de maio de 2010

Santo, Santo, Santo

Hoje o culto centrou-se no tema da Santidade de Deus.
E começámos por definir Santidade: "o atributo de Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) pelo qual ELE é puro e perfeito, separado e acima do que, por oposição, é mau e imperfeito."
Explicado este conceito, lemos o texto no diapositivo abaixo(Êxodo 15:11, 13).
















Desta leitura, salientámos os dois momentos na vida do cristão: a salvação, simbolicamente representada neste texto pela libertação da escravidão no Egipto e a santificação, ou seja, o nosso crescimento e aperfeiçoamento à medida da imagem do Deus Santo!
Procurámos enfatizar estas duas vertentes ao longo de toda a celebração: encorajando a congregação no louvor a Deus pela SUA santidade, buscando-a, também, em sua própria vida.

Eis como desenvolvemos o tema, alternando leitura bíblica e explicação da mesma com oração e música.


Cantámos Tu és Santo (Príncipe da Paz) de Michael W. Smith (You are Holy - Prince of Peace). Este cântico tem sonoridade e ritmo excelentes para criar o ambiente desejado no início do culto: fala da nossa intenção de louvar o nosso Deus e é extremamente rico na descrição de atributos e nomes de Deus... Para além disso tem aqueles ecos e contracantos com os quais podemos "brincar"!
Hoje chamámos as crianças para fazer a chamada enquanto a igreja respondia. Foi delicioso.
De seguida apresentámos o seguinte texto bíblico (Apocalipse 4:8).










 
Feita a explicação deste texto e da forma como nós próprios poderíamos gastar toda a nossa vida a proclamar com palavras a Santidade de Deus sem esgotá-la!, cantámos, sem pressa, um clássico: o hino Santo Santo Santo (Número 2 do Hinário para o Culto Cristão).
Lemos mais um texto, desta vez 1 Samuel 2:2.


E, a seguir, cantámos um cântico já com uns bons anos, Digno és de glória, de autoria desconhecida:
"Digno és de glória e louvores;
Levantamos nossas mãos,
Te adoramos, ó Senhor.

Grande és tu!
Maravilhas fazes tu!
Não há outro igual a ti,
Não há outro igual a ti!"
Demos-lhe um groovezito e, com melodia e letra simples , ficou salientado o essencial: não há outro comparável ao nosso Deus! 
Tempo para avançar. De Deus para nós. Ao olhar para quem ELE É, contemplando a nossa própria natureza e confrontando-nos com a SUA Palavra (Hebreus 12:14)...

Explicámos claramente este conceito. Deus é perfeito. Se não o fosse, não seria Deus. Por isso, para podermos estar em sua presença, é essencial a nossa santificação e esta começa no momento em que nos arrependemos dos nossos pecados e decidimos dizer-lhe "perdoa-me". Foi o momento ideal para cantarmos Purifica-me (Purify my heart de Brian Doersken). Aproveitámos para explicar a diferença entre o conceito bíblico de santo e aquele a que estamos habituados na tradição católica romana...
E cantámos com propriedade o refrão, quando diz
"Eu quero ser santo, separado para ti;
Escolho ser santo, separado para ti,
Meu Mestre, pronto a obedecer."

Lembrando o que acabáramos de ler, tempo para voltar à Bíblia. Desta vez para um texto que não deixa margem de manobra (1 Pedro 1:15,16): 

Quando chegámos a esta fase da celebração, já toda a congregação expressava pela sua linguagem - verbal e não verbal - a sua própria contrição diante da santidade divina. Mesmo os nossos visitantes pareciam acompanhar bem. Por isso, foi o momento certo para explicar a orientação divina de que temos de ser santos. Este texto não deixou espaço para negociação, nem quaisquer cedências. Explicámos que a nossa relação com Deus não é uma relação de igual para igual. E não vale a pena medir forças... Se há alguém que tem de mudar, somos nós. À SUA imagem e semelhança.
Cantámos, então, Dá-me um coração igual ao teu (Ana Paula Valadão).
Finalmente, os últimos textos (2 Coríntios 7:1; Isaías 49:5).

Para terminar, resumimos os dois conceitos trabalhados ao longo da celebração e quisémos acabar como começámos, ou seja, a declarar a santidade de Deus, através do cântico Deus do Universo (God of Wonders, Third Day).
Na verdade a celebração estava a acabar e toda a igreja parecia ter vontade de continuar a cantar.
Assim, como "poslúdio", já o pastor Rúben estava à porta para os cumprimentos, voltámos ao início e cantámos o primeiro cântico, no qual todos acabaram por participar!

 É nosso desejo que este exemplo vos ajude com ideias para o vosso ministério.

Por Luísa Roxo Couto

1 comentário:

  1. Minha gente, eu só gostava de ter estado a celebrar com vocês, sendo abençoado e edificado também.
    É bom ver como estão a trabalhar com intenção e sentido da Vontade do nosso Deus. Que ele vos continue a abençoar e a guiar...

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A minha foto
Praia da Vitória, Azores, Portugal
Para a glória de Deus e edificação mútua.